quinta-feira, 2 de março de 2017

Projeto Carnaval 2017


 





Secretaria de Educação Cultura e Desporto
Praça 29 de Dezembro nº 57
Departamento de Ensino

 


ROTEIRO DE FEVEREIRO
SEMED CORTÊS:
O ALUNO NO RESGATE DA CULTURA
CARNAVALESCA DE PERNAMBUCO



Secretária de Educação:Maria Rozivânia
Equipe Pedagógica:
Ana Kelly
Diana Carla
Gerlane Santos
Valdinere Alves

Cortês
2017

SEMED CORTÊS:
O ALUNO NO RESGATE DA CULTURA
CARNAVALESCA DE PERNAMBUCO

Justificativa

O carnaval é uma festa tradicional e cultural em nosso País, e tem um destaque maior em nosso Estado; uma das festas mais esperada por grande parte da população, devido à alegria, ao colorido, a musicalidade e a magia presente nos blocos de rua. Tendo em vista toda essa peculiaridade desta festa popular, elaboramos este projeto que tem por finalidade resgatar essa riqueza cultural através dos nossos alunos e comunidade, de forma integrada com os conteúdos curriculares.

Objetivo Geral

·        Resgatar a riqueza cultural existente em nosso Estado, fazendo uma articulação com os conteúdos ministrados em sala de aula.

Objetivos Específicos:

·        Conhecer o Carnaval Pernambucano mediante suas tradições;
·        Reconhecer o Carnaval de Pernambuco como uma manifestação cultural brasileira;
·        Identificar as tradições carnavalescas existentes em nosso Estado;
·        Correlacionar os conteúdos ministrados em sala de aula a temática abordada.

Metodologia
·        Ler, interpretar e produzir texto;
·        Explorar marchinhas carnavalescas;
·        Realizar pesquisas acerca do carnaval pernambucano;
·        Desenvolver atividades de pintura, recorte e colagens de acordo com o tema;
·        Expor trabalhos confeccionados;
·        Confeccionar máscaras, adereços e fantasias carnavalescas.




Público alvo: Alunos da Rede Pública Municipal de Ensino

Duração: 13 á 24 de Fevereiro

Culminância: Desfile pelas principais ruas da cidade.

Avaliação:
A avaliação será contínua mediante abordagem do tema, a participação e execução do projeto.


Tradições Carnavalescas de Pernambuco

MARACATU

O Maracatu é um ritmo musical e dançante, oriundo do Nordeste brasileiro, mais especificamente do Estado de Pernambuco, nas cidades de Recife, Olinda e Nazaré da Mata. Existente a mais de 500 anos é uma tradição africana trazida pelos escravos. Caracteriza-se por ser uma dança de cortejo associada aos reis congos. Os maracatus, tradicionalmente, surgiram e se desenvolveram ligados às irmandades negras do Rosário e possui em sua raiz um forte componente religioso.

 

CABOCLINHOS

Dança típica folclórica que é executada durante o período carnavalesco, onde grupos se fantasiam de índios com adornos que representam a caça e o combate. Os caboclinhos historicamente têm relação com o culto da Jurema (árvore que produz o chá sagrado para os ca  boclos).
A Jurema é uma árvore nativa do Brasil, de caule tortuoso, cujas folhas, raízes e casca servem para uso medicinal e para o preparo de uma bebida que, nos cultos indígenas e caboclos, integra o ritual da Jurema Sagrada.
Os componentes de um grupo de caboclinhos que vivencia a religiosidade não desfilam no carnaval sem antes tomar a bebida de Jurema.
Os personagens dos caboclinhos são:
·         Cacique e "cacica" (ou mãe da tribo), ambos usando tanga e saiote de plumas ou penas;
·         Porta-estandarte;
·         Conjunto de três tocadores (gaita, maracas e surdo);
·         Cordões (filas indianas) de caboclos e caboclas;
·         Grupo de crianças ou "curumins" (do tupi kuru´mi, menino).

 

BONECOS GIGANTES DE OLINDA

Os Bonecos Gigantes surgem na Europa, provavelmente na Idade Média, sob a influência dos mitos pagãos escondidos pelos temores da Inquisição. Chegam em Pernambuco através da pequena cidade de Belém do São Francisco no sertão do estado.
Os bonecos surgiram da vontade de um jovem sonhador que ouvia atento as narrativas de um padre belga sobre o uso de bonecos nas festas religiosas da Europa.
O primeiro boneco foi às ruas da pequena cidade durante o carnaval de 1919, com o surgimento do personagem Zé Pereira, confeccionado em corpo de madeira e cabeça em papel machê, somente no ano de 1929 resolveram criar sua companheira, boneca esta batizada com o nome de Vitalina.

 

FREVO

O frevo é um ritmo musical e uma dança brasileira com origem no estado de Pernambuco, misturando marcha, maxixe, dobrado e elementos da capoeira.

O Frevo surgiu em Pernambuco, entre o fim do século XIX e o início do século XX, primeiramente como um ritmo carnavalesco, nascido dos maxixes, dobrados, polcas e marchinhas de carnaval. O frevo originalmente não tem letra, é só tocado por uma banda.

O nome frevo tem origem na palavra ferver, que na pronúncia popular virou “frever”. O significado é o mesmo de fervura, ou seja, agitação, rebuliço. O termo foi usado pela primeira vez em 1908, em um Jornal chamado Pequeno.

Nos anos 30, o frevo foi dividido em três ritmos:
ü  Frevo-de-Rua: É o frevo completamente instrumental, feito exclusivamente para dançar. A música do Frevo-de-Rua pode ter: notas agudas (frevo-coqueiro), predominância de pistões e trombones (frevo-abafo) e introdução de semicolcheias (frevo-ventania).
ü  Frevo-de-Bloco: Originada das serenatas realizadas paralelamente ao carnaval, no início do século. A orquestra de Pau e Corda é composta de banjos, violões, cavaquinhos e recentemente vem sendo utilizado também o clarinete.
ü  Frevo-Canção: Frevo mais lento, com algumas semelhanças em relação à marchinha carioca. É composto por uma introdução e uma parte cantada, terminando ou começando com um refrão.

 

MARCHAS CARNAVALESCAS

Marcha de Carnaval, também conhecida como "marchinha de carnaval", é um gênero de música popular que foi predominante no carnaval dos brasileiros dos anos 20 aos anos 60 do século XX, altura em que começou a ser substituída pelo samba enredo em razão de que as escolas de samba não queriam pagar os altos preços cobrados pelos compositores musicais. No entanto, no Rio de Janeiro e em diversas cidades do Brasil, as centenas de blocos carnavalescos que anualmente desfilam durante o carnaval continuam, a cada ano, lançando novas marchinhas e revivendo as antigas.

Algumas marchinhas carnavalescas:

ü  Allah-La Ô de Haroldo Lobo e Nássara
ü  Apareceu a Margarida
ü  As Pastorinhas
ü  As águas vão rolar
ü  Aurora de Mário Lago em parceria com Roberto Roberti
ü  Bandeira branca
ü  Cabeleira do Zezé de João Roberto Kelly e Roberto Faissal
ü  Cachaça não é água de Carmen Costa e Mirabeu Pinheiro
ü  Chiquita Bacana de Braguinha, e Alberto Ribeiro
ü  Cidade maravilhosa
ü  Jardineira de Benedito Lacerda e Humberto Porto (1939)
ü  Mamãe Eu Quero de Vicente Paiva e Jararaca (1937)
ü  Me dá um dinheiro aí de Ivan Ferreira, Homero Ferreira e Glauco Ferreira
ü  Ó abre alas de Chiquinha Gonzaga (1899)
ü  Ô balancê
ü  Saca rolha
ü  Sassaricando de Luiz Antônio, Zé Mário e Oldemar Magalhães

 

SUGESTÕES DE ABORDAGENS

 

ESCOLA

TEMÁTICAS

 

Creche Municipal São Francisco das Chagas

Marchinhas Carnavalescas

Creche Municipal Sonho de Criança

Marchinhas Carnavalescas

Escola Municipal Mário Domingues

Caboclinhos

Escola Municipal Professor Jaequissandro Silva de Morais

Maracatu

Escola Municipal Francisca Rocha

Fantasias/Máscaras

Escolas Campesinas

Bonecos de Olinda (Bonecos Gigantes)

Escola Municipal Santo Antônio

Bonecos de Olinda (Bonecos Gigantes)

Escola Municipal Senador Antônio Farias

Bonecos Olinda (Bonecos Gigantes)

Escola Municipal Andréa de Aguiar Carneiro Leão

Frevo

 

 

REFERÊNCIAS


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